Rio 2016 lança os mascotes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos

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No dia 24 de novembro, o Comitê Rio 2016 lançou os mascotes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Inspirados na fauna e flora brasileiras, eles têm influências variadas de cultura pop, com elementos da animação e de personagens de videogame. A origem dos mascotes Rio 2016 mistura ficção e realidade. Sua história conta que, no dia em que o Rio foi anunciado como sede dos Jogos, em 02 de outubro de 2009, a alegria dos brasileiros foi sentida por toda a natureza e dessa energia nasceram os mascotes.

Com a apresentação, tem início a votação para escolha de seus nomes. Todos poderão votar entre opções que incluem três pares de nomes, um para o mascote Olímpico, outro para o Paralímpico respectivamente. São eles Oba e Eba; Tiba Tuque e Esquindim; e Vinicius e Tom. A votação acontece no sitewww.rio2016.com/mascotes. Também será possível votar no perfil do Rio 2016 no Twitter (@Rio2016). Os nomes escolhidos serão revelados em 14 de dezembro.

OS PERSONAGENS

O mascote Olímpico Rio 2016 representa a diversidade dos animais do país. Reúne a agilidade dos felinos, o gingado dos macacos e a leveza das aves. Pode esticar seus braços e pernas como quiser. Com isso, pula mais alto, corre mais rápido e fica ainda mais forte. Mas só lança mão de seus poderes para o bem e fica uma fera se alguém sugere que ele os use em uma competição. Entre suas características, estão o olfato apurado, capaz de farejar aventuras, e a audição, que identifica onde estão as torcidas mais animadas. Pratica todos os esportes do programa Olímpico, faz o tipo hiperconectado e tem amigos por todo o mundo.

Já o mascote Paralímpico é uma inédita mistura da flora brasileira. Consegue se transformar o tempo todo, com determinação e alegria – até porque uma planta está sempre em movimento -, crescendo e superando obstáculos. Além de praticar os esportes do programa Paralímpico, vive em movimento. Não acredita que existam barreiras que não possam ser superadas. Quando está diante de um problema, digamos, “cabeludo”, é capaz de tirar qualquer coisa de dentro da cabeleira para resolver. Como embaixador dos Jogos Paralímpicos, vai ensinar as pessoas a buscarem dentro de si o que têm de melhor.